Caderno de Finanças, Tecnologia e Negócios do Jornal Lettra Digital
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Insights sobre tecnologia e inovação

 

 

VWCO lança o caminhão elétrico E-Delivery em SP e RJ.
Com mais de 50 empresas interessadas, já foram vendidas 120 unidades para Ambev e Coca Cola Femsa. JBS vai iniciar testes.

14 de julho 2021

 

Após 4 anos de testes a VWCO lançou oficialmente nesta semana o caminhão comercial leve E-Delivery, com capacidade entre 11 e 14 toneladas de PBT.  O veículo comercial está em produção na fábrica de Resende no Rio de Janeiro. As primeiras unidades já estão rodando.  As vendas do E-Delivery foram iniciadas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e deverão se estender para todos os demais estados conforme a implementação da infraestrutura de apoio aos veículos elétricos.

 

Este projeto consumiu R$ 150 milhões de investimentos e fazem parte de um projeto maior de investimentos estimado em R$ 2 bilhões em eletrificação de veículos comerciais até 2025.

 

Este projeto está em linha com a estratégia global do Grupo Traton, holding das fabricantes de caminhões e ônibus VWCO, MAN e Scania, que tem o objetivo de reduzir em 30% as emissões de CO2 de seus veículos até 2030 e de neutralizar todas as emissões até 2050.

 

Custo de aquisição X Custo de manutenção

 

A VWCO não divulgou a tabela de preços sugeridos do e-Delivery, embora informe que o valor final dos veículos oscila de de 2,5 a 3 vezes maior do que o modelo similar a diesel, conforme a configuração de cada veículo.  Em contrapartida considera que o custo de manutenção e rodagem será muito inferior aos modelos tradicionais, gerando benefícios em termos de custo total de frota (TCO ou total cost of ownership) para os clientes.

 

O e-Delivery conta com planos de manutenção específicos e tem garantia de até dois anos para o powertrain e de até cinco anos para as baterias.

 

E-Consórcio para ampliar autonomia

 

A VWCO construiu um consórcio de fabricantes que permite a customização do powertrain e módulos de baterias que permitirá ao cliente escolher módulos de alimentação com autonomia entre 100km até 250km, considerados adequados para os veículos da categoria VUC, de uso comercial urbano.  O consórcio integrou estruturas de abastecimento da Siemens e da ABB, contando ainda com as soluções de fontes fotovoltaicas da GD Solar.

 

 

GRUPO FLEURY cresce operações em saúde com o suporte da tecnologia.

julho 2021

 

O grupo Fleury, através de sua subsidiária Saúde ID, iniciou um projeto em conjunto com a SMILES para promover a convergência dos 18 milhões de clientes Smiles, para os serviços médico do Fleury, aproveitando a vantagem de converter pontos de programas de afinidade em serviços de saúde, incluindo nestes serviços exames e cirurgias.

 

O Grupo Fleury, que tem avançado no movimento de consolidação do setor de saúde, pretende ser um hospital de referência sem manter, contudo, nenhuma unidade hospitalar própria.

 

O Grupo Fleury aponta de existem 1,5 milhão de pessoas na fila do SUS aguardando cirurgias básicas e de baixo custo que poderiam se beneficiar desta estratégia. Para atingir este mercado o Fleury lança novos serviços de interação B2C, criação de canais de acesso a cirurgias básicas a custos considerados baixos e modalidades de pagamento alternativas, como a conversão de pontos de afinidade em serviços médicos.

 

O Grupo Fleury se utiliza de dois hospitais parceiros, o BR Surgery e o Day Clinic Flaury, como base de apoio para a realização dos procedimentos cirúrgicos, enquanto mantém uma extensa rede física de exames e diagnósticos.

 

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IT outsourcing cresce em 2021.
O impacto da pandemia acelera a transformação digital que, por sua vez, amplia serviços de outsourcing em TI.

maio 2021

 

O ciclo da pandemia colocou a economia mundial em modo de suspensão, com uma brusca parada operacional, que provocou uma aceleração nas soluções e adoção de ferramentas de tecnologia pelas empresas e profissionais, trabalhando em ambiente remoto.

 

Uma recente pesquisa do Boston Consulting Group, com 200 empresas selecionadas entre uma variedade de setores de negócios, mostrou que, mesmo em tempos normais, as empresas já tinham o objetivo estratégico de ampliar os serviços terceirizados na área de TI.

 

Todavia, a eclosão da pandemia, e a adoção de novas estruturas organizacionais, acelerou a busca por serviços contratados, alguns em substituição aos serviços internos, outros casos, na contratação de novos serviços complementares, acelerando o aprimoramento de processos de negócio.

 

Entre os achados da pesquisa podemos destacar que 79% dos respondentes disseram que pediram ajuda aos prestadores de serviços de alguma forma, incluindo medidas como alongamento de prazos de pagamento (47%),  ou redução de preços (45%).  Destaque para a solicitação de suporte gratuito para mais processos ou serviços adicionais (41% dos respondentes).

 

Uma das estratégias recorrentes neste período de pandemia foi a redução de investimentos em favor da acumulação de recursos financeiros para enfrentamento das incertezas do futuro. Embora muito frequente, esta estratégia mostrou enorme variação de método e dimensão.

 

Investimentos em serviços de nuvem, integração remota, softwares como serviços (Saas) e softwares e aplicativos comerciais foram os principais destinos dos investimentos de tecnologia.

 

Na ordem de sequência, e mais recentemente, a contratação de serviços de execução de processos e gerenciamento de tarefas aparece com destaque e importância crescente, como que consolidando a execução de processos remotos, por funcionários trabalhando em home-office, mas também por terceiros, contratados por serviços prestados, sem impacto nos quadros funcionais. Na medida que a economia e os negócios se tornam mais previsíveis, mas mantém incertezas sobre estabilidade, as decisões sobre outsourcing ganham força.

 

A Forbes Tech publicou pesquisa do Gartner Group sobre os cortes nos gastos com terceirização de TI, que devido à pandemia, diminuíram de US $ 83 bilhões no final de 2019, para US $ 31 bilhões no final de 2020.

 

Com isso alguns dos provedores de serviço estão relatando um crescimento de até dois dígitos. Os gastos globais com TI em serviços ao usuário final devem crescer 4,4%, para US $ 1,19 trilhão em 2021, de acordo com o relatório Gartner.

 

Sobre os serviços de consultoria e implementação de softwares, o relatório Gartner indica que, em movimento reverso à contração de 4,6% em 2020, estimados em US $ 490 bilhões, os gastos mundiais de TI nestes serviços devem mostrar um crescimento médio anual de 4,5% até 2024.

 

Por outro lado, os gastos mundiais em serviços gerenciados de TI, nas áreas de infraestrutura e suporte de aplicativos, mostraram redução de 1,1% em 2020, atingindo a cifra de $ 475 bilhões, a previsão é de crescimento anual de 5,3% entre 2021 e 2024.

 

 

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